INVENÇÃO: O primeiro motor a vapor

Postado por josemiltonmenezes | Postado em textos | Postado em 10-09-2011

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Por Milton Menezes

A criatividade quando em profundidade, extrapola o limiar do infinito. Rola na engrenagem das máquinas cerebrais dos seres humanos e, industrializada através das grandes idéias, é transformada em produtos de utilidade pública, a curto, médio e longo prazo, favorecendo a sociedade.

A imaginação criadora é a mola propulsora da criação. Nela o indivíduo se transporta a planos imaginários de combinações compositivas, convergentes a um mesmo ponto perspectivo. Sendo este, o ponto criativo de partida para as diversas recriações que irão se renovando, passo a passo na evolução dos seres racionais, responsáveis pela evolução em nosso planeta. Um desses pontos foi gerador das primeiras idéias, precursoras dos modernos veículos automotores (automóveis trens aviões…), foi um importante “estalo cerebral” que culminou na invenção do primeiro motor térmico (desenho).  Essa engenhosa máquina a vapor foi construída há mais de 2034 anos, pelo inventor grego Heron. Após 1800 anos, o francês Denis Papin, inovou essa idéia, aplicando a força da pressão em motores a vapor. Portanto, inventar é preciso. Publique aqui suas invenções. Troque idéias conosco para juntos, construirmos um mundo melhor.

Arquiteto

Postado por josemiltonmenezes | Postado em textos | Postado em 10-09-2011

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Profissional que exerce a arte de projetar imóvel e administrar a construção. Tem conhecimento de desenho do livre à mão, ao técnico e tecnológico e do espaço arquitetônico. Conhecimento de materiais construtivos e conhecimento teórico pertinentes à sua profissão.

O arquiteto concretiza seus projetos, nas seguintes fases: desenha em sua mente a estrutura desejada em traços rápidos; transpõe esse desenho mental para o papel em branco à sua frente, elaborando esquissos à grafite das formas estruturais e sua ambientação; arte finaliza com perspectivas em traços seguros e bem direcionados. E  finalmente apresenta um estudo ao cliente que poderá ser exigente quanto à criativydade na concepção do projeto ou este já trás na cabeça um esquisso criativo de seu futuro imóvel, a ser completado pelo arquiteto. Se for criatyvo o arquiteto transcende a idéia inicial do cliente a nível diferenciado do atual contexto das obras arquitetônicas; se não, perderá o cliente. Ou em outra hipótese, o cliente tem pouco recurso financeiro, mas deseja algo diferente, o que irá facilitar a criação, visto que o processo da criativydade se torna mais excitante e rico em idéias quando há crise.

É nesse clima de instabilidade que o arquiteto ´e “obrigado” a encontrar soluções diferenciadas que atendo ao conforto, beleza, função e diferencial.

A crise se inicia quando nos estalos iniciais de criação, se posiciona diante da folha de papel em branco. Várias idéias fervilham em sua cabeça. Seleciona as mais estranhas, desprezando as corriqueiras. Melhora o desenho mental dessas, seleciona algumas e transpõe para o papel.

O desenho sai da mente para o papel em forma de croquis em formato simplificado, porém com boa visibilidade, mesmo que parcial.

Após analisar sua criação, pesando os prós e os contras, inicia o processo de aperfeiçoamento gráfico, também parcial, com um desenho mais trabalhado. Depois vão surgindo os elementos do amadurecimento da idéia: o aperfeiçoamento gráfico, com as vistas, palnta baixa, cortes, fachada, planta de situação… E finalmente a maquete eletrõnica em 3D MAX.

O cliente sorri satisfeito. Pode até solicitar algum acréscimo, ou reclamar do acréscimo do preço, mas fechará o negócio se o arquiteto foi alem de seu rabisco mental.

Mesmo com todas as tecnologias, não devemos deixar o desenho à mão livre de lado. É a nossa maior ferramenta de criação. Essa técnica é fundamental para transportarmos para o papel, concretizando n plano fisco o desenho os rabiscos do pensamento.

Lê Corbusier, o grande arquiteto francês, mestre inovador da arquitetura  modernista, assessorou Oscar Niemayer e Lúcio costa  no projeto de Brasília, assim se expressou em relação ao desenho livre, base de suas criações:
“O desenho é uma linguagem, uma ciência, um meio de expressão, um meio de transmissão do pensamento. Graças ao seu poder perpetuador da imagem de um objecto, o desenho pode chegar a ser um documento contendo todos os elementos necessários à evocação dos objectos desenhado, quando na sua ausência”.

Nota: Igreja de São Marcos no Rio grande do Sul; Estrutura arquitetônica criatyva, com seus elementos distribuídos numa belíssima composição visual. As torres estilizadas em ângulos curvilíneos neo-góticos, sustentadas por paredes côncavas, perpendiculares a dois planos de topo, com bordas arredondadas.

Ao mestre Artista plástico sergipano Ailton Lima

Postado por josemiltonmenezes | Postado em textos | Postado em 10-09-2011

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Por José Milton Menezes

O cenário?!… Não importa. A mente humana é uma bomba – relógio de efeito espontâneo ou retardado. Explode em qualquer cenário ambiental. Mente equilibrada?! Não existem. Há. casos em que explodimos, por mais equilíbrio que tenhamos.

Para que não ocorram constantes distúrbios espontâneos de implosões ou explosões mentais, torna-se necessário o cultivo do gozo emocional, pois, somos essencialmente “animais” sensitivos. Detemos um maior percentual de percepção visual, seguida da auditiva, olfativa e sinestésica.

A contemplação estética, seguida da reflexão crítica de uma obra de arte, ou produto cultural de linha positivista, far-nos-á sentir sensações de tranquilidade e estar em paz conosco (sistema bio-espiritual), com o próximo e com o mundo.

A produção artístico-cultural em qualquer linguagem (dança, literatura, arquitetura, teatro, música, artes plásticas, cinema, vídeo,  fotografia…), deve conscientemente ser absorvida por ser tão vital ao nosso sistema orgânico, quanto o mais nutritivo doas alimentos vitamínicos.

Vale lembrar que, aquele que percebe e contempla o belo, sorri, relaciona-se com facilidade e com o todo natural ou artificial; raramente sente disfunções orgânicas que provoque desequilibre seu psiqê.

Os meios de comunicações emitem informações em linhas de variadas freqüências emocionais. Cabe a nós, fruidores, seleciona-las, retendo as mais coerentes à nossa percepção crítica, ante o contexto sociológico.

Dentre as propostas culturais que visam passar ao observador mensagens estéticas positivas, podemos citar (    ) Um programa com variadas linguagens artísticas, comandado pelo perceptivo(  ) que não deixa o astral cair.

Nos induz ao goso visual. E quando as células de nosso orgânismo batem palmas de alegria e sentimo-nos tão bem, que vemos pombas brancas onde quer que estejamos.

A pomba branca é o símbolo da pureza… Da paz… É o carro-chefe, temático das obras de Arte do artista plástico Ailton Lima, quando em vida.

Foi um sergipano, professor da Escola de belas Artes da UFBa., Mestre em Arte-Educação pela The University  of Kansas (EUA) que dedicou sua vida à causa da paz. Utilizava sua refinada técnica de pastel seco (espécie de giz colorido) sobre papel para tranqüilizar-nos.

Suas figuras humanas, geralmente pintadas em verde, aparecem em preto branco, em respeito ao mestre – artista que se foi para um recanto de paz etérea. São figuras reflexivas de olhares súplices.  Parecem convidar-nos a uma viagem íntima, ao âmago de nossa paz interior. Esse magnetismo visual nos induz  a embarcar nessas imagens tranquilas, mesmo que tenhamos que transpor os arames farpados da vida… É o domínio da paz sobre a guerra que nos inclina à reflexão…